Risco

/

Arquitectura e
Desenho Urbano

O Risco é um ateliê de arquitectura e desenho urbano sediado em Lisboa e liderado por Tomás Salgado, Nuno Lourenço, Carlos Cruz e Jorge Estriga.
Desde 1984 elaborámos mais de duzentos projectos, com finalidades variadas, muitos dos quais estão construídos e em funcionamento, como o Centro Cultural de Belém, os Espaços Públicos da EXPO'98 e o Hospital da Luz, em Lisboa; o Projecto Urbano das Antas e o Estádio do Dragão, no Porto; o novo Terminal de Cruzeiros de Ponta Delgada, nos Açores; os Edifícios Sky, em Luanda; e a Cidade do Futebol, em Oeiras.

 

Coordenação Geral
Tomás Salgado

Direcção Financeira
Margarida Almeida Fernandes

Coordenação de Projectos Urbanos
Nuno Lourenço

Coordenação de Projectos de Edifícios
Carlos Cruz

Coordenação de Grandes Equipamentos
Jorge Estriga

Arquitectos

Ana Lúcia Manso
Cristina Picoto
Duarte Silva
Francisco Lebreiro
Inês Fonseca
Inês Melo
Inês Reis
João Almeida
Luís Torgal
Margarida Pires
Maria Martins
Nuno Flores
Nuno Mendonça
Rafael Capelão
Rui Barata
Rute Gonçalves
Sara Santos

BIM Manager
Duarte Silva

Apoio de Desenho
Nelson Ramos

Cadernos de Encargos e Medições
Vitor Alves

Apoio Administrativo
Ana Maria Conceição
Ana Lúcia Ramalho

Percurso

O Risco foi fundado em 1974, vocacionado para o design gráfico e industrial. Em 1984 Manuel Salgado adquiriu a empresa e, gradualmente, transformou-a num ateliê de planeamento urbano e arquitectura que liderou até 2007.
Durante esses vinte e três anos, Manuel Salgado geriu o Risco de uma forma invulgar no panorama arquitectónico português, promovendo o trabalho de equipa em todos os momentos do projecto e assumindo-se mais como "maestro" do que "solista".
Quando deixou a empresa para assumir o lugar de vereador na Câmara Municipal de Lisboa, iniciou-se com naturalidade o terceiro ciclo de vida do Risco. Um ciclo em que a liderança passou a ser assegurada pelos quatro arquitectos que, desde 1995, vinham coordenando alguns dos projectos mais importantes do ateliê.


Equipa

O Risco organiza-se em torno de uma equipa de sete arquitectos que trabalha em conjunto há mais de vinte anos e que inclui, para além dos quatro coordenadores, a Cristina Picoto, a Lúcia Manso e o João Almeida.
A experiência colectiva destes arquitectos, os seus diferentes talentos e interesses, diferencia-nos e permite-nos responder a qualquer desafio no campo da arquitectura, dos interiores e do desenho urbano.
Este grupo mais experiente é complementado por cerca de dez arquitectos mais jovens cuja criatividade, energia e capacidade de utilização de novas tecnologias é fundamental para a qualidade dos projectos.
As soluções são desenvolvidas “a várias mãos”, em equipas organizadas propositadamente para cada projecto, o que faz com que a autoria seja quase sempre partilhada.


Como trabalhamos

Esforçamo-nos por compreender o sítio, os elementos naturais, a cultura local e os recursos disponíveis. Os projectos tendem a ser ancorados no contexto e dificilmente copiáveis. O que levamos de um projecto para outro é a prática assimilada.
Gostamos de ouvir e de basear as nossas opções no que aprendemos dos interessados e dos membros das equipas que reunimos especificamente para cada projecto. Gostamos de desafios e de contextos dinâmicos. Não nos desencorajamos por obstáculos. Habituámo-nos a processos instáveis, com múltiplos interesses em presença, em que trabalhamos para alcançar o melhor compromisso entre as aspirações das partes envolvidas.
Defendemos a inovação pela simplicidade, baseada no aproveitamento dos sistemas e ciclos naturais – sol, vento e chuva. Claro que estamos atentos aos sistemas tecnologicamente mais complexos, mas apenas defendemos a sua aplicação quando os custos são realmente amortizáveis.
Minimizar os impactes ambientais e o consumo de energia da edificação e da urbanização é uma preocupação permanente ao longo de todas as fases do projecto. Em cada momento escolhemos a melhor pessoa para cada tarefa e, se necessitamos de know-how específico, procuramos fora do ateliê, em Portugal ou no mundo.
Acreditamos que o carácter das cidades é indissociável das diferentes expressões arquitectónicas e da sedimentação do tempo. Por isso procuramos criar, nos projectos urbanos, espaços públicos estimulantes e infra-estruturas duradouras que promovam a continuidade dos sítios, mas também aceitem ideias novas e contradições.