PT / EN
ATELIER
PROJECTOS
NOTÍCIAS
CONTACTOS
PUBLICAÇÕES
SAÚDE
DESPORTO
DESENHO URBANO
ESPAÇO PÚBLICO
TEMPORÁRIOS
HABITAÇÃO
COMÉRCIO E ESCRITÓRIOS
TRANSPORTES
TURISMO
CULTURA
EDUCAÇÃO
PROJECTOS
 
DESENHO URBANO
Plano de Pormenor da Matinha

Local
Lisboa
Promotor
Câmara Municipal de Lisboa
Cliente
Gesfimo
Data
2005 – ...

Arquitectura e Desenho Urbano
Manuel Salgado, Tomás Salgado, Nuno Lourenço e Lúcia Manso c/ NPK
Área de Intervenção
31,7 ha
Área de Construção
328.000 m2



A zona de intervenção do plano, designada por Matinha, localiza-se a sul do Parque das Nações, entre a linha de caminho de ferro (linha do Norte) e o rio Tejo.

Ao longo do último século, a Matinha serviu de suporte a uma ocupação urbana muito heterogénea com indústria pesada (da qual subsistiram as estruturas de quatro gasómetros), armazéns e habitação. Um dos objectivos fundamentais do Plano de Pormenor da Matinha é garantir a continuidade da cidade com o rio.

Os principais eixos viários são a via norte-sul (nova avenida na continuação da Alameda dos Oceanos e que fará a ligação ao empreendimento a sul desenhado por Renzo Piano) e a via nascente/ poente – que cruzará a linha de caminho de ferro e ligará ao prolongamento da Avenida E.U.A. – que permitirão ligações à cidade.

Os elementos principais de valorização ambiental e de caracterização do espaço público são o Parque e o Passeio Ribeirinho. O Parque é o elemento referencial da proposta e terá uma relação com o rio como nenhum outro espaço verde em Lisboa. Permitirá enquadrar, com novas funções, 3 gasómetros existentes e também estabelecer articulações com a área construída, fundindo todos os espaços abertos através de uma estrutura verde hierarquizada.

O Passeio Ribeirinho, prolongará para Sul o espaço público do Parque das Nações e poderá integrar os pavilhões da Administração do Porto de Lisboa, reconvertidos para funções de lazer, trazendo animação diurna e nocturna.

A proposta integra o desenho de quarteirões e torres residenciais, com comércio e serviços, a definição de zonas de equipamentos colectivos e o lote da futura catedral de Lisboa. A volumetria proposta no plano procura tirar o máximo partido das vistas para o rio, quer a partir dos logradouros, quer a partir de terraços, pátios, varandas e corpos balançados.